DATA 10/09/2020
ATIVIDADES – DIA 10/09 – LER O TEXTO E RETIRAR AS
PRINCIPAIS IDEIAS E REGISTRAR NO CADERNO.
Divisão Internacional do Trabalho: DIT
A DIT (Divisão
Internacional do Trabalho) é a distribuição da produção econômico-industrial
e internacional.
Considerando que é impossível
que um único país seja potencialmente produtor de todas as mercadorias, dividem-se
os campos de especialização produtiva pelas diversas partes da Terra.
Primeira DIT
Durante o final do século
XV e ao longo do século XVI, período de início das grandes navegações e de expansão
da civilização europeia pelo mundo, o capitalismo encontrava-se em sua fase inicial,
chamada de capitalismo comercial. Esse período era caracterizado
pela manufatura (produção manual) a partir da extração de matérias-primas e pelo
acúmulo de minérios e metais preciosos por parte das nações (metalismo).
Com isso, aqueles locais
colonizados pelos países europeus exerciam a função de produzir, a partir da exploração
de seus recursos naturais, os metais preciosos e as matérias-primas utilizados pelas
metrópoles. Um exemplo é o do Brasil, em que Portugal extraía o Pau-Brasil para
a produção de vários tipos de produtos.
Segunda DIT
Terceira DIT ou “Nova DIT”
A partir do século XX,
com a Revolução Técnico-Científica-Informacional e a consolidação do Capitalismo
Financeiro, temos a expansão das grandes multinacionais pelo mundo.
Isso acarretou na mudança
da Divisão Internacional do Trabalho, que passou a ser conhecida também por Nova
DIT.
Nesse período, os países subdesenvolvidos também realizaram
os seus processos tardios de industrialização. Só que, diferentemente da industrialização
dos países desenvolvidos, essa aconteceu a partir da abertura do mercado financeiro
desses países e pela instalação de empresas Multinacionais ou Globais, oriundas,
quase sempre, de países desenvolvidos.
Além disso, assistiu-se também a uma segmentação do mercado produtivo. Para buscar isenções de impostos e rápido acesso a matérias-primas nos países subdesenvolvidos, as multinacionais distribuíram o seu processo produtivo por todo o globo terrestre. Um carro, por exemplo, tem o seu motor produzido no México, os para-choques na Argentina, o Chassi na Coreia do Sul e a montagem realizada no Brasil.
Convém ressaltar que a produção industrial continua sendo
realizada majoritariamente pelos países desenvolvidos, ou com o capital oriundo
desses países. Apenas o local da produção é que mudou, mas todo o capital dessas
empresas retorna aos seus países de origem. Essa migração das multinacionais se
deve pela busca de mão de obra abundante nos países pobres e por maiores oportunidades
de explorarem os recursos naturais.



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