DATA 08/10/2020
ELABORAR E REGISTRAR NO CADERNO 03 QUESTÕES REFERENTE O TEXTO ABAIXO
O que as condições de transporte dizem sobre a desigualdade
Estudo feito nas 20 maiores cidades brasileiras mostra como facilidade ou dificuldade de acessar serviços e oportunidades alimenta a discrepância por raça e nível de renda
Um estudo divulgado na quinta-feira (16) estima (“mede”) a acessibilidade a postos de trabalho e serviços de saúde e educação por moradores dos maiores centros urbanos do país. Com isso, dá dimensão as desigualdades de acesso por nível de renda e cor/raça.
As estimativas foram calculadas em outubro de 2019 pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em parceria com o ITDP (Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento).
Elas quantificam a acessibilidade a empregos, saúde e educação para quem se desloca a pé e de bicicleta nas 20 maiores cidades do Brasil, e para quem se desloca de transporte público em 7 municípios: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Porto Alegre e Curitiba.
Para isso, o estudo combina dados de registros administrativos e pesquisas amostrais, além de dados de imagens de satélite e de mapeamento colaborativo.
A iniciativa é importante porque padrões de acessibilidade urbana têm impacto sobre as condições econômicas e sociais da população e também sobre o desempenho econômico e ambiental das cidades. Ainda há poucas pesquisas sobre o tema com essa abrangência no Brasil.
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